5 thoughts on “Bolsonaro “revolucionário”

  1. Não vejo uma mudança. Nestas eleição já que a oraClo que cuida. Das nossas eleições. Era para Ciro torra proveito disso mas com está insanidade faça difícil

  2. A pergunta que faço todos os dias é : Como pessoas tão aproveitadoras, corruptas e oportunistas, podem governar o nosso Brasil ?… Digo nosso, -porque nasci nesta terra, me preocupo com o bem estar do nosso povo e respeito os militares- ( quando fui chamado à prestar serviço militar, vesti à farda e o coturno e marchei orgulhoso pelo meu país. Mas hoje vejo com profundo desanimo e tristeza a maneira sem vergonha e covarde como é conduzido politico e economicamente este grande país. Milhões de brasileiros explorados por um sistema desumano que suga do mais fraco, enquanto uma minoria financista e rentista, vive de maneira opulenta e farta em recursos com toda proteção e privilégios- sim; o `capitalismo liberal´ sem igualdade social é escravidão, é a lei do mais forte devorando o mais fraco, até o fraco desaparecer e ser esquecido, enquanto entregam o país para as potências imperialistas, que precisam de escravos para manterem seu poder. O sistema capitalista liberal está falido, só funciona para 1% da população ( no Brasil e no mundo ) . Outra pergunta é: como criar riqueza e distribuí-la de maneira justa e organizada, em um mundo limitado em recursos e populoso. O Brasil tem muitos recursos naturais, entre eles a posse da terra, é um ativo que pode transformar verdadeiramente á vida das pessoas, (pode produzir para consumo e para venda). Não se tem outra alternativa , a não ser o planejamento estratégico e o controle dos recursos para bem estar da população. Se é socialismo eu não sei: -chamem como quiser, mas, só a solidariedade e a partilha dos recursos pode transformar a sociedade e um povo de maneira justa. Jesus ensinou isto, -acho que foi o maior comunista do mundo, dividiu tudo, ninguém ficou sem pão e peixe…

  3. E o PT das antigas, que adorava machões de fuzil na mão? Que achava que muro era feito para fuzilar vagabundo?
    Dirceu sumiu, e Lula parece estar preso num esquete de Hermes & Renato. Segundo nos conta a Folha, ele “adaptou parte de suas falas para agradar à fatia da militância que abraça a defesa das mulheres, dos negros, da população LGBTQIA+ e dos indígenas, mas escorregões nessa cartilha ainda causam desconforto em sua base. As queixas, geralmente feitas em privado para não respingar na candidatura, giram em torno do uso de palavras como ‘índio’ (em vez de indígena) e ‘escravo’ (no lugar de escravizado) e de referências que contrariam, por exemplo, os veganos, com repetidas alusões a churrasco e picanha”.

    Este não é o Lula do pobre que come picanha andando de avião. Este é o Lula vegano que quer zerar emissões de carbono. Este é o Lula pós-Lava Jato. Seu único diferencial entre os demais candidatos da oposição a Bolsonaro é ter carisma; quanto à ideologia, dá na mesma, pois são todos empregados do Fórum Econômico Mundial e sua política ESG formulada por duas dúzias de fundos de investimentos especulativos

  4. Rubão meu chará, não dá para acreditar em uma presidente que nunca foi uma pessoa nacionalista. Ele aprontou no Exército por dinheiro não por convicção, ele só queria aumento. Ele nunca lutou no congresso pelo Brasil, ele só pensava no bolso dele e dos seus filhos.

  5. O Bozo era “revolucionário”, em 2016, ele era da facção mais radical da direita (olavetes que queriam tomar o poder diretamente), enquanto a direita tradicional queria dar o golpe, mas deixar o poder na mão dos políticos (PSDB e bandidos do Centrão).

    Foi essa facção que invadiu o Congresso Nacional em 15 de Novembro de 2016.

    Ironicamente eles achavam que com a eleição do Bozo chegariam ao poder, ignorando que o Bozo sempre foi um político profissional. O Bozo nunca trabalhou de verdade na vida.

    Essa turma que “inspirou e apoiou” a invasão do capitólio estadunidense sonhava em enfiar-se numa eventual nova guerra civil dos gringos.

    “A história repete-se sempre, pelo menos duas vezes”, disse Hegel. Karl Marx acrescentou: “a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”.

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