O fim da picada

O argumento mais usado pelos defensores da vacinação indiscriminada da população é sempre usar a lembrança da Revolta da Vacina, no início do século 20 no Rio de janeiro, aonde os que recusavam foram chamados de negacionistas, ignorante e incapazes de entender a ciência.

Sem querer voltar na história e repetir a narrativa oficial e contestar os resultados, tem que ficar claro que foram várias ações ao mesmo tempo que debelaram os surtos viróticos na cidade, e que a vacinação à força não deu e nem dará resultado nunca, haja vista que, poucos anos depois daquele acontecimento, em novo surto virótico de varíola, o povo já ciente dos resultados se vacinou espontaneamente.

Os que hoje usam esse argumento, sem nenhum conhecimento histórico do que ocorreu naquela época, tentando apenas associar a resistência à vacina hoje ao que qualificaram na época como fruto da ignorância do povo, deveriam rever e repensar esses mantras globais.

Primeiramente, que a humanidade evoluiu, estamos em outro patamar em relação ao começo do século 20, quando era comum se usar material radioativo em produtos de beleza, veneno como remédio para controle do peso, no caso a estricnina, e toda sorte de produtos cancerígenos vendidos como panaceias, sem esquecer o cigarro para combater doenças respiratórias, amparados por campanhas publicitárias endossadas por médicos.

Querer que em pleno século 21 o ser humano se sujeite a tomar um medicamento erroneamente classificado como vacina, pois não cumpre as etapas e os testes para ser classificada como tal, não passa de uma grande temeridade, pois o que chamam de vacina hoje em dia nada mais é do que um tratamento precoce.

Sim, o que temos à disposição no mercado nacional são tratamentos precoces, todos baseados numa terapia genética que, como já falei, não atende aos requisitos para receber o nome de vacina, pois pode inclusive vir a ser 100 vezes mais eficiente que uma vacina. Porém nada tem a ver com a mesma, a utilização do seu nome tem a ver com tentativa de aceitação histórica do povo e a relação afetiva que o mesmo tem com as vacinas.

Classificar terapias genéticas como vacinas foi um golpe de marketing global, como são aplicadas em pessoas sãs, repetidas aleatoriamente pelo velho processo de tentativa e erro não passam de um tratamento precoce, inclusive o resultado esperado delas aonde não evitam o contágio nem a contaminação tem todas as características presentes em terapias precoces.

A pandemia é preocupante, mas está longe de ser assustadora. Uma pandemia que mata em média 2% de seus contaminados e pelo menos 75% desses contaminados que vem a óbito estão classificados no grupo de risco específico, não se justifica a utilização de medicamentos experimentais, não estamos numa situação apocalíptica, inclusive a situação está tão tranquila que milhares de homens públicos estão se locupletando com o surto pandêmico.

Essas são as palavras de alguém que tomou todas as vacinas obrigatórias e necessárias até o desempenho de suas funções profissionais, todos os meus filhos, sem exceção, cumpriram a mesma regra, estou pronto para tomar qualquer vacina, contanto que esta seja testada em todas suas etapas, fora isso, aqui não.

1 comentário em “O fim da picada

  1. Muito bom, me irrita hoje termos que fazer textos auto justificando-se para precaver-se idiotas úteis da fraudemia ficar falando mal ou levantando taxações de cancelamento

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