Ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil.

Auguste de Saint–Hilárie, naturalista francês, chegou no Brasil em 1816 e, depois de seis anos de intensas pesquisas e viagens pelo Brasil, ele publicou sua obra em 1822 com essa conclusão: “Ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”.

Hoje o Brasil, 200 anos depois, está no mesmo dilema só que as saúvas do Brasil atendem pelo nome de ONGs e tem a sua parceria no Judiciário. Ambos são a atual praga que assola o nosso país.

Onde não tem legitimidade nenhuma mas a força da narrativa criou a legitimidade para essa escória patrocinada por fundações externas ligadas a governos e grupos financeiros que lutam contra Executivos fortes porque Executivos fortes são sinônimos de péssimos negócios para essa gangue.

Hora de expulsar todas essas ONGs do Brasil e implodir o Judiciário de cima a baixo. Para isso, basta aplicar a lei, mais nada. O Judiciário brasileiro hoje não cumpre o seu papel, fora que a ideia de três Poderes não é aplicável na realidade. O Judiciário não pode fazer parte de um dos Poderes. O Judiciário não foi eleito, cabe ao Judiciário ser apenas operador do conjunto de leis proferidas pelos que foram eleitos e são representantes do povo. Quem não é representante do povo não pode ser poder institucionalizado, é assim que funciona. Os interesses da nação são maiores do que tudo isso.

Nenhum juiz pode processar o Estado. Pode processar sim, cidadãos comuns que fizeram maus feitos com uso do cargo público. Tudo intrinsecamente ligado à lei a o que é escrito. É aí que deve se ater à figura do juiz.

Juiz não é deus, juiz não tem poder para fazer leite, nem criar subterfúgios; juiz se atém apenas aos autos e ao que está escrito. À sua vontade própria e pessoal, ele deve proferir na sua mesa de amigos na hora de tomar um chope ou em casa com a mulher, como fazem todos os cidadãos mortais. Já chegou a hora de acabar com esse reinado.

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