Heróis anônimos

Hoje na Almirante Delamare em Heliópolis, dois destemidos policiais embaixo de chuva torrencial e com risco da própria integridade física, sem apoio extra, alvejaram e levaram a óbito um meliante que praticava roubos e assaltos na via.

Eu tenho o vídeo aqui, não publicarei por motivos óbvios já que a constituição Brasileira e o nosso judiciário permitem arbitrariedades desse monopólio mundial das redes sociais, onde tudo é considerado discurso de ódio, já que eles criaram o seu próprio Código de Processo Penal e ninguém reage neste país.

Você já pensou se um juiz de direito um procurador tivessem a iniciativa de defender a população como tem esses dois pobres coitados que ganham um salário de merda para arriscar a própria vida em defesa da sociedade?

Aí você é obrigado a aturar maconheiro de humanas defendendo bandido e criminoso e a se calando para as arbitrariedades cometidas pelo nosso Judiciário. Preferem bater naquele que atrapalha a sua ida na biqueira ou na boca de fumo atrás do santo bagulho de todo dia.

Não duvido que, nas próximas horas, algum representante da comissão de direitos humanos, comissão essa composta pelos verdadeiros inimigos do cidadão de bem, tentem perseguir esses dois heróis anônimos da nossa sociedade, heróis anônimos que são julgados pela sociedade pelos seus piores elementos e não pelo trabalho árduo que fazem todos os dias nas ruas.

A população não conhece a estatística da Secretaria de Segurança e, principalmente, do comando da Polícia Militar e faz o policiamento ostensivo, mais de 90% das ocorrências terminam em nada.

A maioria dos TROs, o que são o registro consignado pelo policial militar do policiamento ostensivo, são resolvidos sem ao menos as delegacias serem adicionadas. É comum, na maioria dos casos, o policial militar ser juiz de paz conciliador e, não raro, parteiro.

Porém, quando são julgados pela sociedade, graças a nossa mídia canalha e ao nosso sistema político sempre ávido por defender bandidos, são julgados pelas laranjas podres que existem não só na polícia, como em todas as atividades humanas.

Porém, ninguém crucifica a medicina quando um médico comete um crime, ninguém crucifica a engenharia quando um engenheiro derruba um prédio. A única instituição que é crucificada pelos atos deletérios de um de seus membros é exatamente a polícia.

Existe uma orquestração vinda de algum lugar para nada dar certo. Mesmo sendo um partido anão, o PSOL estranhamente sempre consegue a comissão dos direitos humanos em qualquer assembleia ou Câmara. Todos deixam de forma unânime que eles usem esse instrumento contra as nossas próprias forças de segurança, em detrimento da própria segurança do povo.

O tema é complexo, daria para escrever três livros, mas vou ficar por aqui. Um abraço a esses heróis anônimos, gente que com sol ou chuva está sempre presente e alerta para defender uma sociedade que o trata entre o ódio e a indiferença.

Deixe uma resposta