Talíria Petrone, a italianinha

Essa tal de Taliria Petrone, deputada federal atenta contra a soberania nacional e contra o estado de direito no Brasil. A vingança perfeita nas redes sociais seria chama-la do que ela é, uma italianinha mulata, que atenta contra a nossa soberania e que ela deveria ser deportada para Itália.

Ao associarmos ela à Europa branca, o que é perfeitamente plausível pela sua inquestionável miscigenação, demonstrada em apenas um exame visual, ela perde a sua muleta, a muleta dela, a falsa negritude.

A muleta que ela arrumou para se encostar é a mesma da tal de Djamila, mestiças de brancos com negros que se encostaram nas benesses criadas para eles mesmos, enquanto os negros verdadeiros vivem na periferia amontoados e vivendo em guetos.

Num passe de magia patrocinada por George Soros temos agora a figura de seus representantes não eleitos, seus representantes não autorizados que se autodenominam defensores das causas de raça.

Na realidade, o que é essa gente defende é um jeito de subir na vida, se dar bem, vencer na vida usando a estrutura psicossocial da burguesia que eles tanto dizem combater, não passam de ácaros sociais, vermes que precisam criar uma condição de excremento para viverem daquilo. Claro, vivendo longe de tudo aquilo.

O que djamilas e talirias gostam é de salões refrigerados, tapetes felpudos, regabofes gratuitos, suites de luxo, viagens internacionais para o primeiro mundo é claro, e por último um belo rendimento no final do mês.

Acharam todo esse conjunto de benesses ao repararem que tinham alguns genes da raça negra no sangue, a partir desse momento investiram pesado para viverem disso, assim como parasitas e protozoários usam organismos alheios para fazer deles o seu sustento.

Já passou da hora de darmos um basta nesse tipo de comportamento, de desmascararmos essas farsantes e tantas outras e outros que vivem do mesmo segmento, um trinômio composto entre ONGs, defesa de minorias e universidades públicas brasileiras.

Essa mistura explosiva gerou esse tipo de ácaro social, gente que finge ser engajada em alguma causa, gente que mimetiza de forma caricata o sofrimento alheio por qual nunca passou e faz disso o seu dolce far niente.

Simplesmente não consigo mais aguentar olhar, ver ouvir ou falar nessas figuras nefastas, enquanto isso negros, mulheres pobres de todas as cores e homossexuais pobres sofrem horrores neste país, não por sua cor ou por sua opção sexual mas exatamente por serem pobres.

A pobreza e a miséria que assola 90% da nossa população, independentemente da cor do credo ou do sexo é o que deveria ser combatido por pessoas que se tornaram públicas, por eleições ou por caminhos escusos da mídia, mas infelizmente essa gente apenas o que deseja alcançar o primeiro milhão, da mesma forma que qualquer burguês de direita que aplica na bolsa ou no Bitcoin.

São todos farinha do mesmo saco, todos se encontram nos mesmos salões refrigerados, todos adoram discutir por suas óticas a pobreza e a miséria da qual nunca farão parte, pois são universos distantes do lugar que ocupam agora, a miséria do povo é algo totalmente desimportante, a lacração é o grande investimento do momento com retorno superior e mais seguro do que o Bitcoin…

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